Mar 30th
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O jornalismo morreu?

by Daniel Agrela

newspapersA questão é bem polêmica? É. Por isso ela deve deixar de existir? Não.

É manchete do Comunique-se do último fim de semana uma reportagem sobre o futuro do jornalismo. Tudo bem que essa é uma discussão antiga, mas ela se faz cada vez mais necessária a partir da popularização das redes colaborativas na Internet. Vale a pena ler e refletir.

COM CRISE DA IMPRENSA, PROFISSIONAIS QUESTIONAM FUTURO DO JORNALISMO

André Rosa, de São Paulo

Entusiasta dos modelos de colaboração na Internet, o jornalista e diretor da The Information Company nos EUA Pedro Augusto Costa publicou, no site InvestNews, um artigo sobre a sustentabilidade financeira da Wikipedia. Antes, tratou de convidar usuários do site Wikimedia no Brasil, para corrigir e ajustar o texto.

Cerca de 30 colaboradores o ajudaram a aprimorar o conteúdo do artigo – que, em um dos trechos, afirma: a Wikipedia, reunindo conhecimento de forma prática e ágil, está tomando o lugar dos jornais. “Todo mundo gera conteúdo e compete com você, e essa mudança está vindo de uma forma muito rápida”, complementa Costa, profissional acostumado a “separar o joio do trigo” há 30 anos.

Nesse cenário onde artigos sobre ciência, economia ou tecnologia podem ficar melhores se escritos a várias mãos, em uma conversa onde leitores e espectadores participam da produção editorial, qual o papel de quem está acostumado a filtrar o que interessa? “E pra que esse profissional?”, devolve Costa, questionando a necessidade do jornalista.

“Se todo mundo está convidado a ser jornalista, as pessoas ainda vão precisar de alguém que escolha suas notícias? Será que existirão repórteres daqui a cinco, seis anos? O jornalismo é uma atividade muito bonita para ficar apenas nas mãos dos jornalistas”, provoca.

Outras vozes

O debate sobre o futuro do jornalismo aumentou nas últimas semanas, coincidindo com as notícias sobre a crise nos jornais impressos, sobretudo nos EUA. Discurso similar ao de Pedro Costa, sobre a falta de otimismo da imprensa norte-americana, tem o colunista de O Estado de S. Paulo Pedro Doria.

Seu ponto de vista, que rendeu 140 manifestações em seu blog, Doria lembra que os números indicam aumento na circulação de jornais, mas por uma conjuntura econômica. Isso quer dizer, em suas palavras, que “os grandes grupos de mídia brasileiros têm mais tempo do que os norte-americanos para enfrentar as mudanças que já estão acontecendo”.

Pedro Costa lembra que, diante desse impacto, a imprensa ainda não encontrou um modelo viável para pagar seus custos. “A mídia sabia que isso aconteceria e não fez nada para mudar, não se preparou para este futuro. E ainda é impossível dizer qual a alternativa para isso”, conclui. Para Doria, três modelos estão sendo analisados: a publicidade, a existência de fundações mantenedoras e doações do público.

Autor do blog de sugestivo nome “O Jornalismo Morreu!”, o professor do curso de Comunicação do Centro Universitário Una Jorge Rocha convidou jornalistas para analisar este panorama. Ao final, uma pergunta permanece sem resposta: “então, a partir daqui, para onde é que nós vamos?”.

Entre tantas incertezas, a constatação de Pedro Costa é: “precisamos nos adaptar”.

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Mar 27th
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As melhores ferramentas para ‘twittar’

by Cássia Rodrigues

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TWEETDECK - É um dos melhores programas para usar o Twitter no computador. Na mesma tela, ele exibe as últimas atualizações, respostas e mensagens diretas. E ainda traz boas ferramentas de publicação. Dá para enviar fotos e encurtar links automaticamente, além de ver as últimas hashtags (palavras-chave usadas).

TWHIRL - Outro ótimo programa para usar o Twitter no PC. A janela imita o estilo de um programa de mensagens instantâneas. Também tem ferramentas para enviar fotos e encurtar URLs de sites. Com o Twhirl você ainda consegue usar mais de uma conta do Twitter ao mesmo tempo e pode adicionar o login do Seesmic (Twitter de vídeo), do Friendfeed e outros.

TWITPIC – É um dos sites que funcionam como um Twitter para enviar fotografias, em vez de apenas mensagens de texto. Dá para mandar imagens pela página oficial, usando o próprio nome de usuário do Twitter. E, sem uma conta no Twitter, ele não funciona. Aplicativos de celular costumam usar o Twitpic para enviar fotos.


SEESMIC – Menos popular, mas promissor, o Seesmic é um Twitter de vídeos. Ele muito bom porque você grava facilmente um vídeo direto da webcam do computador e a gravação é publicada quase instantaneamente, junto com um aviso na sua conta do Twitter com um link para o vídeo. O site já conta com usuários ilustres, como o escritor Paulo Coelho.


Twitter no MSN – Tem um jeito de publicar textos no Twitter pelo MSN, mas é complicado de fazer. Instale o Messenger Plus! Live (msgpluslive.com.br). Depois em msgpluslive.com/scripts, procure por Twitter. Baixe, instale o Twit4Live e configure-o. Agora basta digitar em qualquer janela de conversa “/twitter” (sem aspas) e a mensagem.


TWITTERFOX – Ótimo plug-in do navegador Firefox para atualizar e acompanhar as mensagens do Twitter. Funciona como um programinha integrado ao navegador. Tem uma carinha bastante amigável e dá alertas a cada intervalo de 3 minutos com os novos tweets. Há até um botão de atalho para “twittar” o endereço do site atual que você está visitando.


MIGRE.ME – Ferramenta sensacional para encurtas endereços de sites e publicá-lo no Twitter. Faz o acompanhamento para saber quantos cliques o link teve e lista os vídeos mais clicados. Uma dica para quem usa o Firefox é transportar o botão de atalho para a barra de ferramentas para encurtar o endereço da página aberta.


TWITTERHOLIC – O site faz um ranking dos usuários do Twitter com maior número de seguidores. Por enquanto, os brasileiros ainda estão bastante atrás dos usuários top dos Estados Unidos, entre eles o presidente do país Barack Obama,a cantora Britney Spears, o ator e comediante inglês Stephen Fry, o político Al Gore e o ator Ashton Kutcher.

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Mar 23rd
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Estamos todos ‘grampeados’ na Web

by Daniel Agrela
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Nossos passos, ações, sites visitados, tipo de notícia acessada, produto comprado. Tudo. Mas tudo mesmo é coletado por empresas a fim de descobrir o perfil de cada internauta. O grande objetivo dessa mirabolante estratégia é rastrear o hábito de consumo de cada um de nós. Esse é o mote do livro Numerati , do norte-americano Stephen Baker.

 

Segundo o autor, empresas como Yahoo! e Google juntam em média 2.500 detalhes, uma série de pistas sobre as preferências dos internautas. Essas informações são uma mão na roda para profissionais de marketing e do comércio que veem a possibilidade de aumento nas vendas de produtos e serviços.

Na obra, Baker comenta que um grupo de matemáticos – chamado Numerati – trabalha exaustivamente com a missão de antecipar padões de comportamento sobre o que vamos comprar, pesquisar e, pasmém, até quem iremos namorar. Embora perturbadora, é uma leitura essencialmente recomendável. No Brasil, a obra é publicada pela editora Saraiva.

 

Mais sobre o Numerati
O autor, em um vídeo no You Tube, explica um pouco mais sobre o Numerati e, de forma radical, alerta:
“Se você se preocupa com sua privacidade, fique fora da Internet. Não use celular. Pague tudo com dinheiro. Se tiver algum segredo, conte apenas para quem confia, cara a cara, e a portas fechadas”.

 
 

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Mar 20th
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Época: Você já usou o Twitter?

by Mônica Ferreira

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Muito interessante a matéria que a Revista Época desta semana (16/03/2009) trouxe sobre o Twitter. De uma forma objetiva, o serviço de mensagens rápidas é o grande aliado de muita gente e começa a ditar novas regras para a privacidade. Clique aqui e confira a matéria.

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Mar 8th
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Como está a reputação da sua empresa na Web?

by Daniel Agrela

A opinião do consumidor sempre foi fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Atualmente, esse papel teve sua importância multiplicada com o crescimento das redes sociais. Um post que retrata o mau atendimento, por exemplo, de um grupo de fast food pode trazer consequências graves para as vendas. Abaixo, um vídeo com exemplos sobre impacto que notícias negativas nas mídias digitais podem causar nos negócios.

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