O blog da Cia. da Informação está participando do Prêmio Top Blog, um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica, os blogs brasileiros mais populares.
O Twitter, rede social que mais cresce no mundo, lançou o Twitter 101, guia oficial do Twitter para explicar e ensinar práticas de uso corporativo da ferramenta. Dividido em seis partes, possui seções como “What is Twitter?” e “Case Studies”, que apresenta exemplos bem sucedidos de empresas que usaram o serviço em seus negócios.
Para aqueles que estão se questionando sobre os rumos do jornalismo no Brasil com o fim da obrigatoriedade do diploma universitário na área, o anúncio do lançamento do Reporter’s Center, novo canal do YouTube, joga mais lenha na fogueira. Basicamente, o espaço tem como missão ajudar qualquer pessoa a produzir notícias.
Para tanto, o Reporter’s Center reúne vídeos com sugestões e dicas de jornalistas do Washington Post, New York Times, Associated Press, Bloomberg e CBS, entre outros. Os vídeos ensinam ainda técnicas de coberturas em situações de crise, como guerras e missões humanitárias. É possível ainda participar do canal postando filmagens próprias.
Independente de discussões sobre o real potencial educacional da iniciativa, vale conferir as lições sobre como registrar um furo de reportagem com o uso do celular ou aumentar a audiência de seus vídeos a partir de outras redes sociais.
Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre. Pelo menos desde que os primeiros australopitecos estabeleceram relações afetivas e conseguiram demonstrar isso de maneira objetiva, segundo códigos que puderam ser apreendidos pelo grupo e reproduzidos sistematicamente. Talvez mesmo antes, o “elo perdido” já pudesse interagir – racionalmente – com os de sua espécie e com outras entidades do mundo físico.
O que não há é o advento da “rede social” enquanto decorrência do avanço tecnológico, das plataformas de troca de dados por meio dos sistemas digitais online. Esta definição, que internacionalmente consagrou o fenômeno dos espaços virtuais agregadores de pessoas (ou perfis) e que proporcionam a interação remota entre elas, é nada mais do que o exercício da capacidade humana do relacionamento, só que agora em um novo terreno midiático.
Claro que o Twitter, o Facebook, o Orkut e similares só foram possíveis por conta do amadurecimento tecnológico dos meios de comunicação. Mas o fato é que este avanço configurado no aumento do espectro de possibilidades gerado pela internet não é um acontecimento social – no sentido de exprimir o significado sociológico de relacionamento – mas simplesmente um amplificador de uma característica inerente aos seres humanos: comunicar e estabelecer relações de reciprocidade entre si e com as coisas do mundo.