A e-Horus, empresa parte da holding In2Sec (Intelligence to Security), está se estruturando para obter parte do mercado de segurança de dados norte-americano.
A empresa nasceu em 2007 como um “braço de consultoria” da TrustSign no mercado brasileiro e se tornou uma unidade independente que atua em segurança de redes para corporações de médio e grande porte. Para este ano, o faturamento da e-Horus deve superar os R$ 4 milhões.
Internet acabou com profissões, mas também possibilitou o nascimento de outras
Hoje está sendo comemorado o Dia Mundial da Internet. Uma data em que muitos devem estar se questionando como eram suas vidas antes da Web. Como passar um dia inteiro sem dar aquela olhadinha no seu perfil do Facebook ou deixar de checar sua caixa de e-mails? É realmente difícil de imaginar.
Alguns dirão que a Internet diminuiu distâncias e aproximou as pessoas, principalmente a partir da popularização das redes sociais – atualmente 76% dos internautas brasileiros têm contas no Orkut. Outros, no entanto, afirmarão que a Web fez com que as pessoas se encontrassem com menos frequência, além é claro de ter contribuído para um desinteresse pela leitura de um livro, por exemplo. É possível afirmar também que o avanço da tecnologia acabou com algumas profissões. Mas por outro lado ela contribuiu para o nascimento de muitas outras atividades que antes eram impossíveis de existir.
Em profissões ligadas à comunicação, é possível afirmar que a Internet foi um divisor de águas. Ela deu instantaneidade à notícia que antes você só veria na TV ou no jornal do dia seguinte. E para quem está do outro lado do balcão, os assessores de comunicação, a Web permitiu uma agilidade maior para trabalhar. Já imaginou enviar uma sugestão de pauta para um jornal sem a ajuda da Web?
Como tudo na vida, a Internet tem e sempre terá coisas boas e ruins. Mas o fato é que ela veio para ficar e para mudar a vida de todos nós. Se você ainda resiste a ela, desista. Afinal, se não pode enfrentar uma situação, junte-se a ela!
Durante anos e anos a única maneira de ler e enviar e-mails era por meio de programas específicos, como o Outlook e tantos outros do gênero. Aí vieram os sites de Webmail, com a vantagem de poder acessar a caixa de entrada de qualquer computador.
No entanto, um problema antigo persistia: para compartilhar um arquivo com um grupo de, digamos, 10 pessoas você era obrigado a enviar a cada uma delas uma cópia do referido arquivo. A ideia era que todos dessem sua colaboração a fim de melhorar o conteúdo do documento. Tempo depois, você vê em sua caixa de entrada os 10 e-mails de volta, com as contribuições de cada pessoa que recebeu o material. Agora imagine só o problema para tornar todas aquelas opiniões em um único arquivo?
Foi por isso que surgiu o Google Docs, um aplicativo online do Google (ora, de quem mais podia ser) que tem o objetivo de permitir o compartilhamento de arquivos com alteração em tempo real. Ou seja, se você tivesse enviado o documento citado acima, para as mesmas 10 pessoas, via Google Docs as contribuições poderiam ser feitas por todos ao mesmo tempo, tudo em um único arquivo. Portanto, diga adeus ao arquivo em anexo.
Abaixo um vídeo que explica bem as funcionalidades do Google Docs. Vale acompanhar!
O Brasil ocupa o 80º lugar entre os países no que se refere à velocidade para baixar um arquivo da internet; e a 112º posição para enviá-lo. São números que não condizem com a aspiração do país de se tornar uma potência econômica. Além disso, os preços cobrados pelas operadoras são altíssimos e as conexões apresentam muitas falhas.
Um artigo publicado hoje no jornal O Estado de São Paulo, mostra que o governo não avança na questão da regulação do setor, enquanto as concorrentes Oi e Sky disputam qual delas vai arrancar polpudas somas do tesouro nacional para levar banda larga a todos os estados brasileiros.
No artigo, assinado pelo repórter Renato Cruz, o presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, critica a proposta feita ao governo em Brasília pelo presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. “O meu xará da Oi disse que por R$ 27 bilhões ele faria isso. A Sky, por R$ 15 bilhões, faria isso no Brasil inteiro, sozinhos ou em parceria, ou em joint venture, ou em sociedade com gente local”, garante ele.
O presidente da Sky também faz duras críticas à falta de ação do governo no caso da regulação do setor. “A verdade é a seguinte: estamos debaixo do viaduto passando fome e sede e estamos aguardando que o Taj Mahal maravilhoso fique pronto em dez anos”, alfineta ele, acrescentando: “A gente só tem de tomar cuidado para que a maior parte das empresas e dos cidadãos não morra antes de usufruir desse Taj Mahal.”
O número de celulares no Brasil já está chegando aos 180 milhões, quase igualando à população do país: em torno de 190 milhões de habitantes. De acordo com os últimos dados oficiais, 176.771.038 de pessoas no país possuem aparelhos. Houve um total de 1.171.778 de novas habilitações em fevereiro, um crescimento de 0,67% em relação a janeiro. E os números continuam crescendo.
O Norte foi a região que apresentou maior crescimento, com avanço de 1,3% no número de celulares em fevereiro, seguida pelo Nordeste, com crescimento de 1,04%, e pelo Sul, com mais 0,59%. O número de celulares na região Centro-Oeste ficou 0,45% maior no mês passado, e o Sudeste, já mais consolidado, teve o menor crescimento, de 0,3%. Os cinco estados com maiores índices de crescimento foram registrados no Maranhão (1,7%); Amazonas (1,6%); Tocantins (1,47%); Pará (1,45%) e Piauí (1,37%).
A troca do telefone fixo pelo celular nas casas brasileiras é visível, principalmente, nas classes de menor poder aquisitivo. Hoje, nas moradias de pessoas das classes D e E os números ficam assim: 59% têm celular; apenas 18% possuem telefone fixo.
Telefonia Celular foi iniciada no Brasil em 1991. Doze anos mais tarde, em 2003, o número de celulares no país ultrapassou o de telefones fixos. Naquele ano, foram contabilizados um milhão a mais de celulares. O primeiro celular foi lançado no Brasil pela CTBC, Companhia de Telecomunicações do Brasil Central, na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.
Um dado publicado pelo Google há poucos dias continua dando muito o que falar: o site de buscas divulgou que, numa lista de 100 países onde atua, o governo do Brasil foi o que mais solicitou ao gigante da internet que páginas, normalmente de orkuts, fossem retiradas da rede. Os pedidos, feitos entre julho e dezembro de 2009, por entidades ligadas ao governo brasileiro, chegaram a 3.663, dos quais 291 foram acatados pela justiça. O orkut soma cerca de 29 milhões de usuários brasileiros. É uma das redes sociais de maior sucesso no país.
O Brasil não foi superado nem pelos Estados Unidos, que fizeram 3.580 pedidos ao Google no mesmo período. Em terceiro lugar na lista, vem o Reino Unido (1.160), seguido de India (1.061) e França (846).
No caso brasileiro, as páginas retiradas do ar fazem apologia ao crime, à violência, à pornografia infantil, ao racismo, etc. A grande maioria não tem conotação política, como na China, onde a censura tira do ar qualquer página que não seguir à risca as deteminações do governo chinês. Não é à-toa que o Google trava uma luta de vida ou morte com a liderança chinesa.
Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre. Pelo menos desde que os primeiros australopitecos estabeleceram relações afetivas e conseguiram demonstrar isso de maneira objetiva, segundo códigos que puderam ser apreendidos pelo grupo e reproduzidos sistematicamente. Talvez mesmo antes, o “elo perdido” já pudesse interagir – racionalmente – com os de sua espécie e com outras entidades do mundo físico.
O que não há é o advento da “rede social” enquanto decorrência do avanço tecnológico, das plataformas de troca de dados por meio dos sistemas digitais online. Esta definição, que internacionalmente consagrou o fenômeno dos espaços virtuais agregadores de pessoas (ou perfis) e que proporcionam a interação remota entre elas, é nada mais do que o exercício da capacidade humana do relacionamento, só que agora em um novo terreno midiático.
Claro que o Twitter, o Facebook, o Orkut e similares só foram possíveis por conta do amadurecimento tecnológico dos meios de comunicação. Mas o fato é que este avanço configurado no aumento do espectro de possibilidades gerado pela internet não é um acontecimento social – no sentido de exprimir o significado sociológico de relacionamento – mas simplesmente um amplificador de uma característica inerente aos seres humanos: comunicar e estabelecer relações de reciprocidade entre si e com as coisas do mundo.