Avatar se torna o filme mais pirateado da história
by Cássia Rodrigues
Avatar, do canadense James Cameron, já fez história por ser um marco na indústria cinematográfica, com todas as suas inovações tecnológicas, e por ser o filme mais rentável já produzido. Feito com tecnologia 3D, leva também o título de o mais pirateado de que se tem notícia. Todos os dias, milhares de cópias continuam são baixadas nas mais diferentes partes do mundo. O blog Torrent Freak afirma que Avatar foi baixado mais de 200 mil vezes em apenas quatro dias.
Em sua recente visita ao Brasil, ao lado da atriz Sigourney Weaver, Cameron disse em uma entrevista coletiva, no entanto, que não acredita que a pirataria será um problema e atribuiu o frisson que o filme continua causando à curiosidade. “Existe uma curiosidade: ‘Avatar’ é a maior bilheteria da história, mas também o filme mais pirateado de todos os tempos. Ainda há filas para vê-lo nas salas iMax dos EUA. A experiência de ir ao cinema e querer ver algo com qualidade (de imagem e som) voltou”, comentou ele. O diretor também negou que vá fazer uma sequência de Avatar no Brasil.
Para acrescentar mais um título à sua coleção, no Brasil, o blue-ray do Avatar é o mais vendido. Foram vendidas, antecipadamente, mais de 35 mil cópias. O DVD do filme chegou às lojas no dia 22 de abril.
O Brasil ocupa o 80º lugar entre os países no que se refere à velocidade para baixar um arquivo da internet; e a 112º posição para enviá-lo. São números que não condizem com a aspiração do país de se tornar uma potência econômica. Além disso, os preços cobrados pelas operadoras são altíssimos e as conexões apresentam muitas falhas.

Embora o número seja pequeno, se comparado com outros países emergentes, os internautas brasileiros com idade superior aos 16 anos chegam a 67,5 milhões, de acordo com pesquisa que acaba de ser divulgada pela Ibope, O dado significa que está em torno de um terço a parcela da população do país – perto dos 200 milhões – que utiliza a rede, em casa, no trabalho, em lan houses ou na escola.


