O Google criou um webjornal onde comenta os assuntos mais pesquisados pelos usuários norte-amercianos no seu mecanismo de buscas. O serviço chamado de Google Beat será semanal e apresentado por Anne Spiritu em um canal no You Tube.
A seleção dos temas mais buscados é feita com o auxílio das ferramentas Google Trends e Google Insights for Search. Ambas foram projetadas para revelar tendências e padrões de interesse dos usuários do serviço de buscas.
Agora o You Tube tem uma nova versão beta, de interface para o usuário, que será destinada a complementar a geração dos aparelhos Google TV. A ferramenta apelidada de “Leanback” será mais eficaz, pois consegue superar o chamado “problema dos 3 metros”, quando em pequenas distâncias torna-se inutilizável com um controle remoto assim que o usuário está mais afastado.
“Assim como o próprio nome indica, o Leanback foi feito para deixar você sentar, relaxar e se divertir. Assistir o YouTube se tornará tão fácil quanto assistir à TV”, informou o Gerente Senior de Produto, Kuan Yong, em um post no blog do YouTube.
A nova interface utiliza o fluxo de vídeos gerado por usuários a partir de preferências e histórico de visualização, assim como conexões com amigos e integração com o Facebook, para criar uma lista personalizada de vídeos.
O recurso ainda está em beta, mas já pode ser acessado no site.
O Google não está contente com o sucesso do Facebook. De acordo com rumores divulgados por Kevin Rose, correspondente do site Digg, o site está planejando uma nova rede social para competir com o Facebook que é atualmente a maior rede social do mundo. A notícia foi confirmada por Adam D’Angelo, ex- diretor de tecnologia do Facebook.
O nome do site seria Google Me e ele viria para suceder o Google Buzz, um agregador de redes sociais que o Google lançou em fevereiro deste ano.
A novidade agregaria diversos produtos da empresa, como Wave, Buzz, Picasa, Profile e o Gmail. A ideia é ter uma rede que integre todos esses serviços de forma simples e que possa competir diretamente com o Facebook. Segundo o Google Brasil, tudo não passa de rumores no momento.
Site de relacionamentos mantém larga vantagem sobre o Facebook
Quando o Orkut chegou ao Brasil não demorou muito para se tornar uma febre. Lembro que na época era preciso ser convidado para participar da rede social, formando assim uma espécie de clubinho privativo. Alguns anos depois, o Orkut vive sob o status de rede social de segunda linha, deixou de ser chique, perdendo espaço para o Facebook com seus joguinhos online como Farmville e Máfia Wars.
No entanto, esse status não se reflete em números, já que o Orkut ainda é o site de relacionamento mais acessado pelos brasileiros. De acordo com um estudo divulgado pela Nielsen, a vantagem do Orkut é extremamente significativa: 26,5 milhões de visitantes únicos, contra 9,8 milhões no Twitter e 9,6 milhões no Facebook.
Do Estadão – Sílvio Crespo
A primeira sugestão que aparece na versão norte-americana do site buscas Google (o www.google.com, e não o www.google.com.br) quando o internauta escreve “how do i” é: “How do I delete my Facebook account” (“Como eu apago minha conta do Facebook”).
O fato foi notado pela colunista Therese Poletti, do site financeiro MarketWatch. O artigo dela, no entanto, diz que a sugestão era a quinta da lista na última quarta-feira, 12; a escalada para o primeiro lugar indica que está aumentando o número de pessoas que querem saber como sair do Facebook.
O fato foi notado pela colunista Therese Poletti, do site financeiro MarketWatch. O artigo dela, no entanto, diz que a sugestão era a quinta da lista na última quarta-feira, 12; a escalada para o primeiro lugar indica que está aumentando o número de pessoas que querem saber como sair do Facebook.
A rejeição à rede social online ocorre justamente no momento em que a empresa que gere o site avança na sua política de aumentar a exposição pública dos dados dos internautas. “O Facebook está no olho do furacão”, diz a colunista.
Durante anos e anos a única maneira de ler e enviar e-mails era por meio de programas específicos, como o Outlook e tantos outros do gênero. Aí vieram os sites de Webmail, com a vantagem de poder acessar a caixa de entrada de qualquer computador.
No entanto, um problema antigo persistia: para compartilhar um arquivo com um grupo de, digamos, 10 pessoas você era obrigado a enviar a cada uma delas uma cópia do referido arquivo. A ideia era que todos dessem sua colaboração a fim de melhorar o conteúdo do documento. Tempo depois, você vê em sua caixa de entrada os 10 e-mails de volta, com as contribuições de cada pessoa que recebeu o material. Agora imagine só o problema para tornar todas aquelas opiniões em um único arquivo?
Foi por isso que surgiu o Google Docs, um aplicativo online do Google (ora, de quem mais podia ser) que tem o objetivo de permitir o compartilhamento de arquivos com alteração em tempo real. Ou seja, se você tivesse enviado o documento citado acima, para as mesmas 10 pessoas, via Google Docs as contribuições poderiam ser feitas por todos ao mesmo tempo, tudo em um único arquivo. Portanto, diga adeus ao arquivo em anexo.
Abaixo um vídeo que explica bem as funcionalidades do Google Docs. Vale acompanhar!
Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre. Pelo menos desde que os primeiros australopitecos estabeleceram relações afetivas e conseguiram demonstrar isso de maneira objetiva, segundo códigos que puderam ser apreendidos pelo grupo e reproduzidos sistematicamente. Talvez mesmo antes, o “elo perdido” já pudesse interagir – racionalmente – com os de sua espécie e com outras entidades do mundo físico.
O que não há é o advento da “rede social” enquanto decorrência do avanço tecnológico, das plataformas de troca de dados por meio dos sistemas digitais online. Esta definição, que internacionalmente consagrou o fenômeno dos espaços virtuais agregadores de pessoas (ou perfis) e que proporcionam a interação remota entre elas, é nada mais do que o exercício da capacidade humana do relacionamento, só que agora em um novo terreno midiático.
Claro que o Twitter, o Facebook, o Orkut e similares só foram possíveis por conta do amadurecimento tecnológico dos meios de comunicação. Mas o fato é que este avanço configurado no aumento do espectro de possibilidades gerado pela internet não é um acontecimento social – no sentido de exprimir o significado sociológico de relacionamento – mas simplesmente um amplificador de uma característica inerente aos seres humanos: comunicar e estabelecer relações de reciprocidade entre si e com as coisas do mundo.