Feb 22nd
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A internet nos fará menos inteligentes?

by Andressa Ferrer

A internet está provocando tamanha mudança no mundo que duas instituições americanas tiveram a fantástica e trabalhosa idéia de entrevistar mais de 800 especialistas para saber como será a rede daqui a 10 anos, em 2020. Um total de 76% dos ouvidos desfez a crença de que a internet, com todas as facilidades que proporciona, acabará por tornar o ser humano menos inteligente. Os especialistas acreditam que, ao contrário, em uma década, a web e as ferramentas de buscas vão reforçar a inteligência humana.

A pesquisa foi feita por Pew Research Center´s Internet & American and Life Project e pela Imagining the Internet Center at Elon University. Sobre a afirmação do guru da TI Nicholas Carr – “ o Google nos `emburrece.” Pode, inclusive, baixar o QI (Quociente de Inteligência) de quem usa muito -, 76% disseram que o renomado especialista americano está errado. Para os especialistas, uma vez que as pessoas terão acesso à informação como nunca antes, elas se tornarão mais requintadas, adquirirão maior capacidade de raciocínio e, portanto, de escolha.

Reagindo ao resultado da pesquisa, Nicholas Carr respondeu que continua sustentando a sua tese: “Só acrescentaria que os efeitos da internet em nossa vida intelectual não será medido apenas pelos pontos do QI”, afirmou ele, completando: ”O que a internet faz é transferir a ênfase do que pode ser chamado de uma inteligência meditativa, contemplativa, para uma inteligência que tende a ser mais utilitária”.
Com relação ao excesso de informações que a internet oferece, Nicholas Carr nos obriga a refletir sobre sua observação: “O preço de ficar pulando de uma informação aqui, outra ali, outra lá, é a perda da nossa capacidade de pensar com profundidade.”

Se você quiser ver um bom resumo da pesquisa, pode acessar The News York Times

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Feb 14th
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Brasileiro busca pornografia e noticia na internet

by Daniel Agrela

Mais uma pesquisa realizada por uma empresa internacional, no caso a americana Symantec, ajuda a traçar o perfil do usuário de internet no Brasil. O estudo, com mais de 7 mil  internautas de oito países – 4.687 adultos e 2.717 crianças -  mostra que os brasileiros são os que mais procuram pornografia ( 55%) e informação (93%) na rede.Além do Brasil, os países pesquisados foram Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, China e Japão.

A China, país mais populoso do mundo, com seus cerca de 1 bilhão e 400 milhões de habitantes, vem em segundo lugar quando se trata de procurar conteúdo pornográfico na internet, com 51%; Os britânicos e alemães, com 35%, são os que, de acordo com a pesquisa da Symantec, menos buscam sexo na rede.

Os chineses também vêm depois dos brasileiros na busca de informação nos sites de notícias e blogs (91%). Neste item, a pesquisa aponta os japoneses em terceiro lugar (83%).

Um total de 77% dos adultos entrevistados no Brasil afirmaram terem feito amigos na internet. As crianças brasileiras também estão ligadas na rede:  74% das ouvidas pela pesquisa afirmaram que cultivam amizades online. O índice é menor apenas do que o da China (88%).

O estudo mostra ainda os brasileiros são os mais desconfiados na hora de enviar informações pessoais pela internet. Só 13% , por exemplo, disseram fornecer dados do cartão de crédito.

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Feb 5th
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Jovens americanos deixam blogs de lado e buscam cada vez mais redes de relacionamento social

by Andressa Ferrer

Os jovens americanos entre 12 e 17 anos estão deixando de lado os blogs e se mostram cada vez mais interessados em redes sociais, como o Facebook. De uma maneira geral, eles ainda usam pouco o twitter. Os chamados jovens adultos, entre 18 e 30 anos também estão se desinteressando pelos blogs.

Estas informações foram colhidas através de dois  estudos conduzidos pelo centro de pesquisas Pew Research Center, nos Estados Unidos. O primeiro, com mais de 2 mil jovens adultos; e o outro com 800 adolescentes.

De acordo com o estudo, o número de inter nautas entre 12 e 17 anos que escrevem em blogs caiu de 28% para 14% desde 2006. Os adolescentes que disseram ter escrito em blogs caiu de 76% para 52% no mesmo período.

Já o índice de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os usuários da internet com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.

Outro dado interessante revelado pelo estudo: 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008.

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Feb 4th
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Estudo de universidade inglesa mostra que o uso excessivo da internet pode levar à depressão

by Mônica Ferreira

Um novo estudo feito pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, mostra que o uso excessivo da internet pode levar à depressão. Estudando um total de 1.319 de casos de pessoas entre 16 e 51 anos, os psicólogos perceberam que aqueles que ficavam horas e horas na frente de um computador tinham cinco vez mais chances de se deprimir do que os que utilizavam a internet normalmente.

O que os autores do estudo não sabem dizer com certeza é se o vício pela internet é o causador da depressão. Dra. Catriona Morrisson, que coordenou a pesquisa, faz questão de deixar isso muito claro. “Nossa pesquisa indicou que o uso excessivo da internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro – se as pessoas deprimidas são atraídas para a internet ou se a internet causa depressão”, afirma ela.

Dra. Catriona diz que é preciso estudos mais aprofundados para determinar a verdadeira causa da depressão. Segundo ela, “atualmente, a internet desempenha um papel enorme na vida moderna. Mas, seus benefícios são acompanhados de um lado mais sombrio.”

O resultado da pesquisa, no entanto, tem sido contestado. Um dos críticos mais contundentes é Vaughan Bell, do Departamento de Psiquiatria do King´s College, de Londres. Ele acha que os chamados viciados em internet são, na realidade, pessoas com problemas emocionais.  “É verdade que existem pessoas deprimidas e ansiosas que passam muito tempo na internet, mas há casos similares de pessoas que assistem muita televisão, se enterram nos livros ou compram descontroladamente”, lembra ele.

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Jan 25th
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Cérebro humano tem capacidade para lidar no máximo com 150 relacionamentos no Facebook

by Cássia Rodrigues

facebook

Muita gente se vangloria de ter centenas de “amigos” no Facebook, a rede social online de maior sucesso. Mas estudo feito por um professor da respeitada universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que, mesmo estes usuários mais ativos só conseguem se relacionar de verdade com, no máximo, 150 pessoas. 

Em entrevista ao Times Online, o autor do estudo, professor de Antropologia Evolucionista na Oxford University, Robin Dunbar, afirma que o número revelado pela pesquisa vem se mantendo inalterado em diferentes sociedades, ao longo da história. “Você pode ter 1500 amigos (online), mas quando olha o tráfego nos sites, verifica que a pessoa mantém o mesmo círculo de até 150 pessoas que tem na vida real”, garante ele. 

O professor Dunbar se tornou conhecido por pela teoria do “Número de Dunbar”, segundo a qual, a parte do cérebro que processa a linguagem e os pensamentos conscientes permite ao ser humano lidar apenas com até 150 amigos, não importa o número de pessoas com as quais ele esteja em contato. 

O acadêmico fez a experiência com o Facebook para ver se seria possível, através da rede social, expandir a rede de amigos. O resultado, anunciou ele,  deu os mesmos 150 dos estudos anteriores.

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Dec 26th
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Americanos usaram internet quase duas horas por dia em 2009

by Maya Santana

Americans and the internet

Os internautas adultos nos Estados Unidos ficaram plugados na rede uma média de 13 horas por semana em 2009, segundo mostrou o resultado de um estudo divulgado esta semana pela Harris Interactive, empresa americana especializada em pesquisa de mercado.

A sondagem foi feita por telefone, de julho a outubro, com 2029 pessoas. É interessante observar como, ao longo dos anos, os usuários aumentaram o tempo de navegação na rede. Subiu de sete horas por semana, de 1999 a 2002,  para entre oito e nove horas de 2003 a 2006. No ano de 2007 pulou para 11 horas.

Em outubro de 2008,  após a explosão da crise financeira e antes da eleição do presidente Barak Obama, os americanos chegaram a ficar ligados na rede uma média de 14 horas por semana, o dobro do tempo gasto no período de 1999 a 2002.

A pesquisa da Harris Interactive traz outros dados curiosos. Por exemplo, são as pessoas com idade entre 30 e 39 anos que passam mais tempo ligadas na internet: um total de 18 horas.  O número de adultos online – algo em torno de 184 milhões de pessoas -, praticamente não mudou desde 2007. O levantamento inclui os que acessam a rede no trabalho, em casa, na escola e outros locais. Metade dos adultos fez alguma compra online.

Em seu site – www.harrisinteractive.com -, a empresa afirma que o aumento do número de horas é impressionante, sobretudo nos últimos dois anos. E diz que este aumento, provavelmente, é um reflexo da maior habilidade das pessoas em usar a internet, do crescimento no número de sites, dos usuários que passaram a assistir TV pela web e ainda daqueles que utilizam a rede para fazer compras.

O site especula que até mesmo a recessão pode ter contribuído para o aumento do tempo gasto pelos usuários, já que a internet é de graça. E sair para se divertir sempre custa dinheiro.

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Dec 24th
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Banda larga caríssima dificulta inclusão digital no Brasil

by Maya Santana

Inclusão digital

É inacreditável! Para ter acesso à banda larga, nós brasileiros pagamos 24 vezes mais caro do que uma pessoa que reside nos Estados Unidos. E 9,6 vezes mais do que os moradores do Japão. Os dados são de uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, e mostram claramente porque no Brasil, país com quase 200 milhões de habitantes, menos de 60 milhões têm acesso à rede, como revelou pesquisa recente do IBGE.

“O Brasil possui 10,1 milhões de acessos fixos de banda larga – uma densidade de 5,8 acessos por 100 habitantes; por tais acessos paga-se um valor médio mensal de R$ 162. Do total, 66% têm velocidade contratada abaixo de 1 Mbps e, destes, dois terços têm velocidade abaixo de 256 kbps” – diz o estudo do Ipea, fundação pública federal ligada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. 

Como o Brasil é membro da OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o estudo faz uma comparação com a densidade média dos seus 37 membros, mostrando que ainda estamos muito, muito para trás: 22,4 acessos por 100 habitantes, com valor médio do equivalente a cerca de R$40,00 mensais por acesso. 

O preço é um dos grandes inimigos da popularização da internet. Segundo o documento do Ipea,  o mercado de serviços de acesso fixo de banda larga, dependente da estrutura de telefonia fixa, é formado por duas ou três prestadoras de serviços nas capitais e em grandes municípios.

Nos demais municípios, o serviço se caracteriza por um regime de monopólio operado pela concessionária do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC). Mas, não é só o preço que se choca de frente com os planos do governo federal de promover a inclusão digital no Brasil: a qualidade do serviço, a cobertura e a velocidade também estão muito aquém de outros países.

Para ler o texto completo de “Banda Larga no Brasil – Por que ainda não decolamos?”,  escrito por  Rodrigo Abdala F. de Souza, João Maria de Oliveira, Luis Claudio Kubota e Márcio Wohlers de Almeida,  acesse http://www.ipea.gov.br/default.jsp

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Dec 16th
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Empresas usam cada vez mais as redes sociais para se comunicar melhor com os funcionários

by Maya Santana

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Quase dois terços – 65% – dos empresários, das mais variadas partes do mundo, ouvidos em uma recente pesquisa  disseram que têm planos de aumentar o uso de mídias sociais em 2010 para se comunicarem melhor com seus funcionários.

O levantamento com 328 executivos, donos de empresas localizadas nas diversas regiões do planeta,  foi feito pela Watson Wyatt, reconhecida empresa americana de consultoria.

A pesquisa mostrou também que 78% dos empresários ouvidos aumentaram sua comunicação eletrônica nos últimos dois anos. Outros 55% aumentaram a comunicação face-a-face. Um total de 48% deles reduziram a comunicação escrita com os funcionários.

A consultora da Watson Wyatt, Kathryn Yates, disse que redes sociais são a próxima fronteira da comunicação, por isso têm que continuar a ser exploradas pelas empresas. Segundo ela, os funcionários de hoje estão querendo um tipo de comunicação mais clara, que diga a eles como as mudanças nos negócios da empresa vão afetá-los. “A rede social informa o emprega em tempo real e sobre os mais diferentes assuntos”, explica a consultora.

Kathryn afirma que é muito importante que as empresas usufruam de todas as vantagens das novas formas de comunicação se informando e desenvolvendo estratégias para isso. Depois, lembra ela, é vital medir a eficácia da comunicação através da rede social.

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Nov 23rd
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Intel anuncia chip que controla a mente

by Maya Santana

imagemVocê já imaginou se pudesse operar aparelhos – ligar, desligar, trocar de canal, procurar endereço na internet, etc. - usando apenas o seu pensamento? Ficção científica? Até agora parecia que sim. A Intel acaba de anunciar que seus pesquisadores estão trabalhando para criar, dentro dos próximos 10 anos, um chip que, implantado no cérebro humano, permitirá à pessoa controlar computadores, aparelhos de tv e celulares utilizando o poder da mente.

 

Os pesquisadores da gigante americana estão estudando como o cérebro humano age quando pensa. Cientistas já sabem que o cérebro das pessoas reage de maneira parecida quando se pede que pensem em um determinado animal, por exemplo. Através de sensores capazes de detectar esse tipo de atividade cerebral, a Intel acredita que poderá criar um sistema com a leitura e a tradução do que a mente pensa, graças ao chip que está pesquisando.

Dean Pomerleau, pesquisador da Intel, explicou que “estamos tentando provar que se pode fazer coisas interessantes com as ondas cerebrais.” O pesquisador está convicto de que as pessoas vão acabar se acostumando com a idéia do implante do chip, diante dos benefícios que poderá trazer.

Muita gente, na verdade, já se diz disposta a passar pela experiência do implante. Nos Estados Unidos, uma pesquisa realizada há cerca de dois, com quase 10 mil pessoas, mostrou que um em cada dez americanos aceitaria ter um chip implantado em seu cérebro para navegar na internet.

Não é só a Intel que desenvolve projeto nessa área. Um dos mais conhecidos é o da japonesa Toyota, que trabalha em uma cadeira de rodas movida por frequências cerebrais.

Muitos cientistas, no entanto, acham que a humanidade vai precisar de muito mais tempo para desvendar os mistérios do pensamento. Em uma entrevista ao Link, do Estadão, o cientista e futurista americano Ray Kurzweil especula que levará pelo menos 35 anos para que seja conhecida a capacidade total do cérebro.

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Nov 16th
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Entenda o Social Search da Google

by Andressa Ferrer

Já faz quase um mês que a Google lançou o Social Search, mas muita gente desconhece ou não sabe como ele funciona. Ainda em caráter experimental, o sistema busca informações relacionadas ao tema pesquisado nos perfis dos seus contatos, mostrando o que eles cadastraram em mídias sociais, como blogs ou outros endereços que eles tenham inserido um perfil.

Pode até parecer sem graça, mas quando se trata de uma informação sobre destinos de viagem, hospedagem em hotéis ou a opinião sobre um novo filme, é muito melhor ouvir o que o seu amigo pensa a respeito, certo?

O único problema é que, por enquanto, ele só funciona no Google Labs da versão americana do buscador.

Para entender como este mecanismo funciona, dê uma olhada nos vídeos abaixo:

How Google Social Search works?

Social Search Demonstration

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