Apr 13th
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A imprensa americana está em decadência?

by Cássia Rodrigues

Muito já se falou sobre o impacto que as tecnologias da informação estão tendo no jornalismo. A profissão do jornalista é, sem dúvida, uma das mais afetadas pelas mudanças trazidas pelo avanço tecnológico. Os próprios jornais estão sofrendo tranformações radicais com estes novos tempos, dominados pela internet.

O reflexo de tudo isso está em um estudo que acaba de ser divulgado pelo Pew Research Center’s, destacado centro de pesquisas dos Estados Unidos: a maior parte dos editores de mídias impressas, rádio e televisão acha que o jornalismo americano está em decadência – metade acredita que seu empregador vai ter que fechar seu negócio, se não achar uma nova fonte de renda.

Entre os editores de mídia impressa, 18% disseram que o veículo para o qual trabalham já está tomando medidas para cobrar pelo acesso ao seu site, enquanto outros 58% afirmaram que a idéia está sendo estudada por seus empregadores. Um total de 23% acha que, em três anos, as taxas cobradas dos usuários serão a principal fonte de renda online, à frente, inclusive, dos anúncios publicitários.

A pesquisa do Pew Research Center’s foi realizada entre membros da Sociedade Americana dos Editores de Notícias e da Radio Television Digital News Association. Ao todo, 353 questionários foram respondidos, entre dezembro de 2009 e Janeiro deste ano.

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Mar 26th
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Mais um motivo para investir em mídias sociais

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Uma pesquisa desenvolvida pela Multifocus e pela Predicta revelou que 86% das donas-de-casa da classe C participam de alguma rede social, sendo que 23% já criaram ao menos uma comunidade. O estudo foi realizado com mulheres entre 25 e 49 anos, com renda de até 10 salários mínimos.

Consumidoras fervorosas, 63% das entrevistadas buscam informações sobre produtos na internet antes de realizar qualquer compra. Não pense que elas se limitam às buscas nos sites de consumo ou das empresas em questão: 12% delas participam de fóruns e comunidades a favor ou contra uma marca.

É isso mesmo, na internet a opinião dessas mulheres ganha muito mais força com o auxílio das mídias sociais. Para se ter uma idéia, em 11 dias corridos, as redes sociais correspondem a 94% dos acessos dessas consumidoras (o ranking é liderado pelo Orkut). Em contrapartida, apenas 34% dos acessos foram feitos para enviar ou receber e-mails. Ou seja, elas estão se aproveitando cada vez mais dos contatos imediatos oferecidos pelas mídias sociais. Portanto, se você quer atingi-las, é melhor começar a adaptar as suas estratégias de divulgação para as redes sociais.

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Feb 22nd
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A internet nos fará menos inteligentes?

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A internet está provocando tamanha mudança no mundo que duas instituições americanas tiveram a fantástica e trabalhosa idéia de entrevistar mais de 800 especialistas para saber como será a rede daqui a 10 anos, em 2020. Um total de 76% dos ouvidos desfez a crença de que a internet, com todas as facilidades que proporciona, acabará por tornar o ser humano menos inteligente. Os especialistas acreditam que, ao contrário, em uma década, a web e as ferramentas de buscas vão reforçar a inteligência humana.

A pesquisa foi feita por Pew Research Center´s Internet & American and Life Project e pela Imagining the Internet Center at Elon University. Sobre a afirmação do guru da TI Nicholas Carr – “ o Google nos `emburrece.” Pode, inclusive, baixar o QI (Quociente de Inteligência) de quem usa muito -, 76% disseram que o renomado especialista americano está errado. Para os especialistas, uma vez que as pessoas terão acesso à informação como nunca antes, elas se tornarão mais requintadas, adquirirão maior capacidade de raciocínio e, portanto, de escolha.

Reagindo ao resultado da pesquisa, Nicholas Carr respondeu que continua sustentando a sua tese: “Só acrescentaria que os efeitos da internet em nossa vida intelectual não será medido apenas pelos pontos do QI”, afirmou ele, completando: ”O que a internet faz é transferir a ênfase do que pode ser chamado de uma inteligência meditativa, contemplativa, para uma inteligência que tende a ser mais utilitária”.
Com relação ao excesso de informações que a internet oferece, Nicholas Carr nos obriga a refletir sobre sua observação: “O preço de ficar pulando de uma informação aqui, outra ali, outra lá, é a perda da nossa capacidade de pensar com profundidade.”

Se você quiser ver um bom resumo da pesquisa, pode acessar The News York Times

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Feb 14th
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Brasileiro busca pornografia e noticia na internet

by Daniel Agrela

Mais uma pesquisa realizada por uma empresa internacional, no caso a americana Symantec, ajuda a traçar o perfil do usuário de internet no Brasil. O estudo, com mais de 7 mil  internautas de oito países – 4.687 adultos e 2.717 crianças -  mostra que os brasileiros são os que mais procuram pornografia ( 55%) e informação (93%) na rede.Além do Brasil, os países pesquisados foram Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, China e Japão.

A China, país mais populoso do mundo, com seus cerca de 1 bilhão e 400 milhões de habitantes, vem em segundo lugar quando se trata de procurar conteúdo pornográfico na internet, com 51%; Os britânicos e alemães, com 35%, são os que, de acordo com a pesquisa da Symantec, menos buscam sexo na rede.

Os chineses também vêm depois dos brasileiros na busca de informação nos sites de notícias e blogs (91%). Neste item, a pesquisa aponta os japoneses em terceiro lugar (83%).

Um total de 77% dos adultos entrevistados no Brasil afirmaram terem feito amigos na internet. As crianças brasileiras também estão ligadas na rede:  74% das ouvidas pela pesquisa afirmaram que cultivam amizades online. O índice é menor apenas do que o da China (88%).

O estudo mostra ainda os brasileiros são os mais desconfiados na hora de enviar informações pessoais pela internet. Só 13% , por exemplo, disseram fornecer dados do cartão de crédito.

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Feb 5th
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Jovens americanos deixam blogs de lado e buscam cada vez mais redes de relacionamento social

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Os jovens americanos entre 12 e 17 anos estão deixando de lado os blogs e se mostram cada vez mais interessados em redes sociais, como o Facebook. De uma maneira geral, eles ainda usam pouco o twitter. Os chamados jovens adultos, entre 18 e 30 anos também estão se desinteressando pelos blogs.

Estas informações foram colhidas através de dois  estudos conduzidos pelo centro de pesquisas Pew Research Center, nos Estados Unidos. O primeiro, com mais de 2 mil jovens adultos; e o outro com 800 adolescentes.

De acordo com o estudo, o número de inter nautas entre 12 e 17 anos que escrevem em blogs caiu de 28% para 14% desde 2006. Os adolescentes que disseram ter escrito em blogs caiu de 76% para 52% no mesmo período.

Já o índice de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os usuários da internet com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.

Outro dado interessante revelado pelo estudo: 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008.

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Feb 4th
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Estudo de universidade inglesa mostra que o uso excessivo da internet pode levar à depressão

by Mônica Ferreira

Um novo estudo feito pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, mostra que o uso excessivo da internet pode levar à depressão. Estudando um total de 1.319 de casos de pessoas entre 16 e 51 anos, os psicólogos perceberam que aqueles que ficavam horas e horas na frente de um computador tinham cinco vez mais chances de se deprimir do que os que utilizavam a internet normalmente.

O que os autores do estudo não sabem dizer com certeza é se o vício pela internet é o causador da depressão. Dra. Catriona Morrisson, que coordenou a pesquisa, faz questão de deixar isso muito claro. “Nossa pesquisa indicou que o uso excessivo da internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro – se as pessoas deprimidas são atraídas para a internet ou se a internet causa depressão”, afirma ela.

Dra. Catriona diz que é preciso estudos mais aprofundados para determinar a verdadeira causa da depressão. Segundo ela, “atualmente, a internet desempenha um papel enorme na vida moderna. Mas, seus benefícios são acompanhados de um lado mais sombrio.”

O resultado da pesquisa, no entanto, tem sido contestado. Um dos críticos mais contundentes é Vaughan Bell, do Departamento de Psiquiatria do King´s College, de Londres. Ele acha que os chamados viciados em internet são, na realidade, pessoas com problemas emocionais.  “É verdade que existem pessoas deprimidas e ansiosas que passam muito tempo na internet, mas há casos similares de pessoas que assistem muita televisão, se enterram nos livros ou compram descontroladamente”, lembra ele.

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