Produção se aproxima da média da última década

Resultado de imagem para Produção se aproxima da média da última décadaGraças à recuperação do mercado interno e a força da exportação a produção de veículos no primeiro trimestre alcançou nível próximo da média dos últimos dez anos. De janeiro a março saíram das fábricas instaladas no país 699,6 mil unidades, o que representou crescimento de 14,6% na comparação com o mesmo período de 2017. Na última década, a média de produção no primeiro trimestre foi de 718 mil unidades. “Empresas que trabalhavam com apenas um turno estão indo para dois e as que estavam em dois vão para três. Isso demonstra confiança nos sinais de recuperação”, destacou o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Em março foram produzidos 267,5 mil veículos, um crescimento de 13,5% na comparação com o mesmo mês de 2017. Um destaque nos resultados apresentados ontem pela Anfavea foi o crescimento na produção de caminhões, que chegou a 55,1% no trimestre. O mercado interno continua em recuperação. No mês passado foram licenciados 207,4 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, um avanço de 9,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já no acumulado do ano, foram vendidos 545,5 mil veículos, um avanço de 15,6% em relação ao primeiro trimestre de 2017. Os fabricantes comemoram o resultado, mas esperam dias ainda melhores, segundo Megale. Ele lembra que diferentemente do que aconteceu com a produção, o volume de vendas internas no primeiro trimestre ficou abaixo da média dos últimos dez anos, que ficou em 700 mil unidades. Por outro lado, as exportações da indústria automobilística já ultrapassaram os volumes médios recentes. Nos primeiros trimestres dos últimos dez anos as montadoras instaladas no Brasil enviaram ao exterior 110 mil veículos, em média. No mesmo período este ano o volume exportado somou 166 mil unidades. O comércio exterior continua a registrar recordes nesse setor. As exportações de veículos somaram US$ 3,2 bi no acumulado do trimestre, alta de 14,8%.

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