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Usuários do Google+ estão mais satisfeitos do que os do Facebook, revela pesquisa

Usuários do Google+ estão mais satisfeitos do que os do Facebook, revela pesquisa

A rede social mais popular do mundo não tem conseguido agradar seus usuários, mesmo com tantas funções novas. A queda na popularidade do Facebook não é novidade, a pesquisa daAmerican Customer Satisction Index, já mostra a insatisfação com os serviços há meses. A empresa caiu 8 pontos na escala de satisfação, atingindo apenas 61 pontos, ficando atrás de seus principais concorrentes como TwitterPinterestGoogle+.

O ranking foi feito em parceria com a empresa de análise ForeSee, que analisou 230 empresas ligadas as rede sociais, e as que obtiveram os melhores índices foram: Google+ (78 pontos), Wikipédia (78) e YouTube (73). As outras grandes redes sociais dos Estados Unidos também não foram bem classificadas, Twitter conseguiu (64) pontos e o Pinterest fez (69).

O relatório mostra que os usuários ficam poucos satisfeitos com a grande divulgação de publicidade no Facebook, além da questão ligada a política de privacidade da empresa, que sempre foi a queixa mais frequente desde a implantação da linha do tempo nos perfis. Outro ponto tocado pelos entrevistados foi a usabilidade e mudanças frequentes na interface.

Mesmo com a classificação abaixo da concorrência, o Facebook não parece ter se abatido, afinal, agradar 1 bilhão de usuários não é uma tarefa nada fácil. Um porta voz da empresa afirmou: “Nós estamos profundamente preocupados com a experiência que as pessoas têm ao utilizar nosso serviço e é com este foco que estamos construindo e melhorando os produtos que oferecemos” diz ele.

Fonte: Tech Tudo

Pinterest: 5 dicas de branding

Pinterest: 5 dicas de branding

Muito já foi falado sobre a rede como ferramenta de Marketing. Mas pouco se fala sobre seu potencial de branding. Vamos direto ao ponto:

  • Certifique-se de que o Pinterest se encaixa em sua marca e estratégia de mídia social. Obviamente, cada meio de comunicação é apropriado para uma marca. Apesar de algumas entidades e organizações que ninguém esperaria terem entrado para o Pinterest, e serem aparentemente bem sucedidas lá.
  • Concentre-se no estilo de vida, e não em produtos. Marcas como a Whole Foods têm sido bem sucedidas no Pinterest, não por postar links para seus próprios produtos (embora o façam), mas através da promoção de um estilo de vida que apoia a sua marca. Os pins são fotos de pessoas bonitas em cozinhas bonitas fazendo comidas maravilhosas. Links para seus próprios produtos estão no mix, mas não dominam.
  • Certifique-se de suas próprias fotos têm boa qualidade. Ou contrate um fotógrafo profissional para fotografar a sua mercadoria.
  • Construa um catálogo online – se você é um designer de moda, por exemplo, criar murais separados para suas coleções.
  • Otimize seu site para o Pinterest, certificando-se que inclui imagens grandes. Por outro lado, se as imagens não são um ponto forte para a sua marca, ou simplesmente inadequadas para o seu mercado, Pinterest pode não ser o espaço mais eficaz para você. Fique longe.

O Pinterest ainda tem cheiro de carro novo. Agora é um brinquedo novo e excitante. Todo mundo ama e quase todo mundo está usando, mas ainda não sei se este é um sucesso a longo prazo ou fogo de palha.

Independentemente do seu poder de permanência, no entanto, as chaves mais importantes para efetivamente usá-lo não são muito diferentes de qualquer outra ferramenta de Branding. Conheça o seu mercado. Meça os resultados. Seja consistente e persistente. Não contradigam os principais valores da marca. Finalmente, as forças do Pinterest (simplicidade e o estilo visual) prestam-se para se divertir com ele. Então divirta-se!

Source: Administradores

 

Tuítes expandidos se estendem a novos serviços, incluindo notícias

Tuítes expandidos se estendem a novos serviços, incluindo notícias

Tuíte expandido e com foto

O Twitter aumentou o número de serviços que podem exibir tuítes expandidos na linha do tempo dos usuários.

Antes, os tuiteiros já podiam expandir em sua linha do tempo posts que tinham links para vídeos do Youtube ou para fotos do Instagram.

Agora, será possível pré-visualizar também outros tipos de conteúdos linkados, como notícias dos jornais “The Wall Street Journal” e “The New York Times”, além de ver vídeos do Dailymotion ou ouvir músicas do SoundCloud direto da linha do tempo.

Quando o link for para textos jornalísticos, o usuário que expandir o tuíte vai poder ver o título do texto, a introdução e uma foto.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

Metade do público brasileiro de blogs tem entre 18 e 24 anos, diz pesquisa

Metade do público brasileiro de blogs tem entre 18 e 24 anos, diz pesquisa

Dos acessos a blogs no Brasil, 50% são feitos por jovens de entre 18 e 24 anos, segundo um estudo divulgado pela boo-box.

A pesquisa, que contabilizou os acessos a 350 mil blogs brasileiros, também diz que 20% do público brasileiro de blogs têm de 25 a 34 anos. Menores de 18 anos correspondem a 7% do público, enquanto maiores de 50 representam só 4% da audiência.

O navegador do qual partem mais acessos a blogs no Brasil é o Chrome, com 45%. Depois, vêm o Internet Explorer, com 29%, e o Firefox, com 20%.

Homens são responsáveis por 69% dos acessos feitos. São Paulo é a cidade de onde mais se acessa blogs, com 14% dos acessos. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 9%.

A categoria incluída na pesquisa que mais rendeu acessos a blogs foi a de entretenimento, que inclui blogs relacionados a atividades artísticas como música, cinema e teatro, com 69% dos acessos.

A mesma pesquisa também revelou que 43% dos brasileiros que acessam blogs têm ensino superior completo.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

Facebook tem até 30% de “superusuários”; veja se você é um deles

Facebook tem até 30% de “superusuários”; veja se você é um deles

Se você aperta o botão “curtir” no Facebook dezenas de vezes por mês, marca amigos em fotos com frequência e costuma enviar solicitações de amizade, você pode ser considerado um “superusuário” da rede.

É o que conclui um estudo divulgado em fevereiro pela empresa Pew Internet, intitulado “Por que a maior parte dos usuários do Facebook recebem mais do que dão”.

Os resultados indicam que 20% e 30% dos usuários do Facebook podem ser considerados “superusuários” (“power users”), ou seja, utilizadores que realizam com frequência muito acima da média uma das quatro atividades centrais do site: curtir, marcar fotos, mandar mensagens privadas e adicionar contatos.

A pesquisa mostra que, por conta desses usuários tenazes, o usuário médio da rede social é um “alvo” muito maior de atividade no Facebook do que remetente.

Durante o período de estudo –pouco mais que um mês–, o conteúdo dos usuários foi curtido 20 vezes, na média. Ao mesmo tempo, eles curtiram 14 vezes material de seus contatos.

63% dos participantes receberam uma solicitação de amizade, mas somente 40% as enviaram. 35% foram marcados em fotos de amigos, enquanto 12% fizeram marcações do tipo.

Mensagens privadas também costumam ser mais recebidas que enviadas: a média de emissões foi de 12 mensagens –e nove recebimentos, no mesmo período.

Os “superusuários” tendem a se especializar em uma dessas quatro ações principais, segundo a pesquisa –e só 5% é assíduo em todas elas.

O estudo, que mesclou informações de banco de dados da rede social com respostas de questionários, foi realizado com 2.255 usuários americanos do Facebook –dentre os quais 269 concordaram em ter sua atividade na rede social monitorada durante o período da pesquisa.

O site da empresa Demandforce criou um infográfico (em inglês) para ilustrar os resultados.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

 

Perfis em redes sociais podem valer até mil reais; veja quanto vale o seu

Perfis em redes sociais podem valer até mil reais; veja quanto vale o seu

Quanto será que vale o seu tuíte ou a sua curtida no Facebook? E quando você dá um check-in no Foursquare, será que alguma empresa ganha dinheiro com isso? Buscando essas respostas, o cofundador do Backupify, Rob May, fez uma pesquisa. O objetivo? Calcular quanto vale cada menção de marca nas redes sociais e quanto cada um perde por não estar presente nessas redes.

Para fazer esse cálculo, Rob precisou, primeiro, do valor estimado de cada empresa. O Facebook, por exemplo, vale US$ 100 bilhões, aproximadamente. Dividindo esse valor pelos (à época) 900 milhões de usuários, Rob chegou à conclusão de que cada usuário poderia ser avaliado a US$ 118, o equivalente a R$ 226 (na cotação de 4 de maio). Ou seja, uma empresa brasileira que tem 300 mil fãs em sua página pode dizer que trabalha com um valor virtual de mais de R$ 68 milhões. Seguindo a mesma conta, no Twitter, no Foursquare e no Instagram cada usuário vale, respectivamente, R$ 136,46, R$ 76,40 e R$ 35,37.

Com o valor dos usuários e das empresas em mãos, o cofundador do Backupify definiu quanto cada ação de compartilhamento vale nas redes sociais. Um tuíte no Twitter vale R$ 0,002; um post no Facebook vale R$ 0,045 e um check-in no Foursquare (a segunda ação mais cara das redes) chega a valer R$ 0,77. Por baixo, o usuário médio que tuíta seis vezes, posta cinco vezes no Facebook e faz check-in em 3 lugares diferentes todo dia gera um valor mensal para as empresas de R$ 83,16.

Ainda assim, esse valor não reflete a realidade. O cálculo funciona apenas para usuários despretensiosos, que entram na rede social para encontrar os amigos. No caso de famosos, as ações representam um valor ainda maior, afinal, o usuário se torna um formador de opinião. Segundo agências de publicidade, algumas campanhas via Twitter pagam até R$ 8 mil por um único tuíte de celebridade, visto o alto número de pessoas que a mensagem pode atingir.

Segundo o sócio da agência de mídias sociais Ideia S/A, Vitor Guerra, a prática é comum por ter um custo-benefício entre valor e segmentação muito maior que a publicidade feita na TV. “Uma campanha de webséries envolvendo blogueiros influentes custou cerca de R$ 50 mil e obteve retornos expressivos. Para fins de comparação, apenas uma única inserção – sem contar custos de produção – de um anúncio em um canal de TV fechado compatível com o público-alvo da campanha teria passado dos R$100 mil e durado apenas 30 segundos”, explica.

Fonte: 180 Graus

 

Com mais ações, estreia do Facebook na Bolsa deve girar US$ 16 bi

Com mais ações, estreia do Facebook na Bolsa deve girar US$ 16 bi

O Facebook decidiu elevar em 25% o número total de ações oferecidas aos investidores em sua transação de abertura de capital em Bolsa, prevista para sexta-feira.

Com 421,2 milhões de papéis à venda, a companhia pode levantar agora cerca de US$ 16 bilhões com o negócio.

O incremento reflete a forte demanda dos investidores por ações da rede social no período de reserva.

A alta procura já havia levado o grupo a elevar o intervalo de preço para negociação dos papéis, que passou para uma cifra entre US$ 34 a US$ 38 por ação.

As decisões sugerem um valor de mercado para empresa superior aos US$ 100 bilhões inicialmente previstos pelo mercado e colocam a oferta na lista das maiores estreias em Bolsa dos EUA. Segundo dados compilados pela agência Bloomberg, ficaria atrás apenas da oferta da Visa, que levantou US$ 17,9 bilhões em sua estreia na Bolsa, em 2008.

A previsão é que o preço final dos papéis seja definido na quinta-feira, para início das negociações no dia seguinte. As ações serão listas na Bolsa de tecnologia Nasdaq sob a sigla FB.

A forte demanda pelas ações do Facebook são um sinal de confiança dos investidores em relação ao futuro da empresa.

Embora a companhia tenha comprovado a sua capacidade de gerar receitas –um temor comum entre as companhias emergentes de tecnologia– o resultado do último trimestre havia levantado dúvidas sobre a capacidade de manutenção do acelerado ritmo de crescimento.

Apesar de ter fechado o primeiro trimestre com 901 milhões de usuários, a rede social teve uma queda de 12% no lucro do período, de US$ 205 milhões. A cifra foi impactada por umento nos custos de marketing e com pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: Folha de S. Paulo

Facebook lança loja de aplicativos

Facebook lança loja de aplicativos

O Facebook lançou sua própria loja de aplicativos para promover o programas para smartphones que são operados pela rede social.

A companhia informou que a loja vai se transformar no “local novo e central para encontrar ótimos aplicativos como o Draw Something”, entre outros.

O Facebook informou ainda que, em um futuro próximo, os desenvolvedores de aplicativos vão poder cobrar uma taxa pelos aplicativos vendidos na loja.

O anúncio foi feito no momento em que o Facebook admitiu que o crescimento do uso de smartphones pode prejudicar a arrecadação com publicidade no site.

Fonte: BBC Brasil

 

O chip do Facebook

O chip do Facebook

O Facebook, maior fenômeno da internet dos últimos anos, pode ter um impulso a mais no Brasil. Um chip desenvolvido pela companhia francesa Gemalto em parceria com a empresa de Mark Zuckerberg permite que usuários de celulares comuns, que não têm acesso à internet de banda larga nem recursos que permitam a navegação pela rede, possam usar o Facebook, lendo e postando mensagens. O chip, que por enquanto está sendo testado na Argentina, foi oferecido às operadoras brasileiras. O mercado para a novidade é imenso: há cerca de 200 milhões de celulares comuns no Brasil, ante 47 milhões de smartphones. O país é hoje o terceiro maior mercado do Facebook, com 45 milhões de usuários, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Fonte: Exame

Aplicativo dá dicas para americanos que querem investir no Brasil

Aplicativo dá dicas para americanos que querem investir no Brasil

Para atrair cada vez mais os olhares de investidores americanos para a crescente economia brasileira, a consultora estratégica The Information Company (TIC) desenvolveu o ‘Why Brazil?’, um aplicativo do sistema iOS, da Apple, que atende usuários de aparelhos como o iPhone, iTouch e iPad.

De acordo com o diretor da TIC, Pedro Costa, é muito importante que haja um recurso multimídia para dar o suporte necessário aos interessados em fechar negócio no Brasil. “Além de interagir com os empreendedores por meio de vídeos e fotos a plataforma oferece uma lista completa dos contatos dos principais órgãos brasileiros de interesse para os empreendedores americanos.”

O aplicativo disponibiliza também uma seleção de notícias diárias sobre a economia do Brasil e promove a integração de todas as atividades às redes sociais da empresa. “Todo o serviço oferecido pelo “Why Brazil:” é totalmente integrado ao Blog, Twitter, Foursquare e Facebook da TIC, isso facilita a comunicação com os investidores”, finaliza Costa.

Desde o seu lançamento, Agosto de 2011, o “Why Brazil?” já conta com mais de 1500 downloads. A iniciativa do projeto contou também com o apoio da Axis.Idea, empresa proprietária de produção e desenvolvimento de aplicativos.

 

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